Glossário

A

Ações: menor parte do capital de uma empresa, negociável em Bolsa de Valores.

Asset Management – Gerenciamento de Ativos: arte de obter o melhor rendimento possível sobre os recursos pertencentes a uma instituição ou administrados por ela.

 

B

Blue Chip – Ação de Primeira Linha: ação de uma empresa líder de mercado que apresenta registros de lucratividade estável e ascendente, e pagamento de dividendos.

BOVESPA – Bolsa de Valores do Estado de São Paulo: entidade de capital aberto onde são negociados títulos, ações e direitos.

 

C

Carregamento: encargo incidente em apólices de seguro e planos de previdência privada com o objetivo de custear as despesas administrativas relacionadas à apólice ou plano.

CBLC – Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia: entidade responsável por custodiar as ações negociadas em Bolsa de Valores e liquidar as operações de compra e venda.

Clube de Investimento: grupo de investidores privados que se reúne para formação de um fundo de investimento comum e para administrar os recursos por conta própria.

CVM – Comissão de Valores Mobiliários: autoridade do sistema financeiro nacional ligada ao Banco Central e que regulamenta a atividade de vários outros órgãos ligados ao mercado financeiro.

 

D

Day Trader: investidor que realiza, durante o dia, incontáveis operações de compra e venda de ações para realizar lucros em curtíssimo prazo.

Debênture: instrumento de dívida de longo prazo, muitas vezes lastreado no crédito geral do emissor em vez de um bem específico.

Dividendos: parte da receita de uma companhia que é distribuída aos seus acionistas.

 

H

Home Broker: sistema web ligado à BOVESPA e à CBLC que possibilita à investidores individuais negociar ações a partir de um terminal doméstico, a partir de cadastramento prévio em uma corretora conveniada à BOVESPA.

 

I

IGP-M – Índice Geral de Preços de Mercado: índice calculado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas para medir a inflação em determinado período. Este índice foi contratado pela iniciativa privada que duvidava dos índices oficiais divulgados pelo governo.

Investment Grade: classificação de risco atribuída à Empresas e Países refletindo a capacidade destes em honrar seus compromissos minimizando os riscos de calote (ex.: rating BBB da Standard & Poor’s). Nos EUA, várias empresas só podem investir em títulos de outras empresas se tiverem este nível de rating aceitável.

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras: imposto que incide sobre as operações financeiras (depósitos, empréstimos, seguros entre outros) realizadas no sistema bancário com alíquota de 0,38%.

IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo: índice de medida da inflação oficial pelo governo utilizado, por exemplo, para a remuneração de títulos de longo prazo emitidos pelo Tesouro Nacional.

 

J

Juros: remuneração do capital ao longo de determinado período.

 

N

NASDAQ – National Association of Security Dealer’s Automated Quotations: sistema de informações computadorizado que fornece as cotações em tempo real de uma série de títulos (inclusive, os da Bolsa de Nova York) em todo o território dos EUA.

NYSE – New York Stock Exchange: Bolsa de Valores de Nova York, referência para todas as outras bolsas de valores do mundo.

 

O

Offshore: transações financeiras realizadas em moedas estrangeiras e entre estrangeiros.

 

R

Rating: classificação conferida por Agências de Classificação de Risco (Standard & Poor’s, Fitch e Moody’s) que mede a capacidade de Empresas e Países de cumprirem suas obrigações financeiras com os investidores e os riscos de calote.

Risco: possibilidade de perda. No mercado financeiro, o risco se configura em: cambial, da taxa de juros, político, de vencimento (inadimplência) e de crédito.

 

S

SUSEP – Superintendência de Seguros Privados: órgão subordinado à CVM que regula a atividade de seguros, previdência privada e capitalização no Brasil.

 

T

Taxa de Administração: encargo cobrado pela Instituição para gerir os recursos de seus investidores através das estratégias de seus especialistas.

Taxa SELIC: é a taxa que reflete o custo do dinheiro para empréstimos bancários, com base na remuneração dos títulos públicos. Também é conhecida como taxa média do over que regula diariamente as operações interbancárias.

Taxa Rerencial de Juros – TR: a TR é uma taxa de juros calculada com base na taxa média mensal ponderada ajustada de 30 instituições selecionadas, sendo eliminadas as duas de menor taxa média e as duas de maior taxa média. Do valor obtido, é aplicado um redutor definido pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Com relação ao seu valor, hoje em dia a TR média está em 0.0743%.

Tesouro Direto: programa de venda de títulos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia - CBLC. Os investimentos podem ser de curto, médio ou longo prazo, sendo uma ótima opção para quem quer investir com baixo custo, alta rentabilidade e liquidez quase imediata.